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Da felicidade que se quer eu quero longe a taça
(viver ao sabor da fome sempre insone).
Que coisa é essa que não se cala,
tanto maior o peso que amealha?
Possa algo lhe escapar ao jugo,
possa o cárcere tornar-se o mundo.
Emudecer a ânsia de mais querer.
Abrir a mão, nada reter.
Impor-se apenas ser.

(2012)

Rodrigo Vaz © Poesia Alguma   2017     Sobre os Direitos Autorais