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Nada me obriga a vida.
A flor não se rende à luz.
Só lhe seduz que viva.
Nem que seja importa.
Se nos cremos donos
Nos ignoramos servos.
Só a vida nos viva.
Sê, pois, sê apenas,
Tal flor, viceja!

(1991)
 
 
 
 

Rodrigo Vaz © Poesia Alguma   2017     Sobre os Direitos Autorais