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Registro os meus versos como quem fala uma língua rara.
Nenhum deles é inédito e jamais direi nada que valha.
Nada disso me importa, não faço poesia.
Trato apenas de cantar seu canto,
Tornar-me cidadão de sua pátria,
Caminhar por suas ruas e praças.
Meus versos podem até soar um som, causar um pranto.
O que soa nada me diz.
Só as palavras são.

(2017)

Rodrigo Vaz © Poesia Alguma   2017     Sobre os Direitos Autorais